Mostrando postagens com marcador estratégia de marketing. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estratégia de marketing. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

PEGADA VERDE



A preocupação com o meio ambiente já é realidade no mundo corporativo. Grandes empresas enxergaram que preocupação ambiental está totalmente associada a manter sua própria sustentabilidade mais do que, apenas, do planeta.
Os assuntos ligados às alterações climáticas são geopolíticos e globais e têm relação com nosso padrão de vida atual. Não dá mais para deixar de pensar em qual será o mundo que pretendemos deixar aos nossos filhos e principalmente, em quais são as pegadas que estamos deixando por onde passamos.
Sustentabilidade permeia o universo da educação, dos transportes, do planejamento urbano e doméstico e de todo nosso dia a dia.
Em contato com pequenas empresas por mais de 10 anos, essa é uma questão que sempre me inquietou. Por que delegar a questão da sustentabilidade apenas para ações em grandes empresas? Será que cada pequeno negócio não pode também contribuir para uma gestão mais eficaz de seus próprios recursos e dos recursos do planeta?
Comece entendendo o que é sustentabilidade para a sua empresa. É preciso pensar nessa questão como parte da estratégia de planejamento do negócio e como uma importante ferramenta de gestão. Gestão financeira, gestão de vendas, gestão de pessoas. Não há uma receita definitiva. Só você pode escolher o caminho a trilhar.
Nas grandes empresas, em função de sua alta capacidade de execução é mais fácil visualizar formas de tornar tangíveis seus valores sustentáveis trazendo para o centro da organização uma série de elementos que, hoje, não são tão valorizados como a água ou o ar poluído. A mensuração e venda de crédito de carbono são exemplos dessa natureza.
Se a sua pequena empresa, não está apta a essa ação, você pode pensar em outros tipos de tecnologias verdes a serem implementadas, como reuso de água ou construção de edificações sustentáveis. Embora ainda não exista uma escala suficiente para baratear os preços dessas idéias, no longo e no médio prazo o investimento é válido porque haverá menos gasto, maior durabilidade de materiais e de energia.
Isso sem mencionar o ganho em imagem positiva junto aos clientes, afinal o pensamento sustentável tem sido um forte argumento de venda e a sociedade já enxerga a temática com a devida importância ao presente e ao futuro.
O mundo precisa voltar a ser mais verde e isso significa pensar diferente! O novo profissional será aquele que privilegiar ações sustentáveis e valorizar um planeta mais bem conservado. É preciso atitude e vontade, o que não combina com uma visão burocrática e apática dos negócios.
O problema não é apenas meu ou seu! Seja do tamanho que for, tenho certeza que sua empresa pode ajudar na construção desse caminho que inevitavelmente está sendo traçado.

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
19 de agosto de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

PESSOAS EM REDE


Você acredita que pode ignorar as redes sociais ou que esse é mais um modismo da atualidade?
Justamente por ter o meu perfil disponível em várias plataformas sociais, muitos empreendedores têm me perguntado sobre a melhor forma de inserirem suas marcas e divulgarem seus produtos através dessa ferramenta.
Assim como tudo que diz respeito à gestão, não existe uma receita a ser seguida por todos. Ingressar em qualquer rede social requer das empresas um novo entendimento sobre o relacionamento empresa, cliente e colaborador assim como ciência de que será impossível interagir com todo mundo. Por isso, é preciso capacidade e discernimento para a tomada de decisões, entre elas selecionar onde e com quem sua empresa quer se relacionar. E muitas vezes, será necessário também que a empresa reinvente suas próprias relações de poder, pois ou o dono da empresa assume a responsabilidade em ser o porta-voz de tudo o que for escrever na web, ou ao ingressar nas teias das redes sociais, assume a necessidade de construir novas relações internas que exigem a abdicação do controle e a urgência na velocidade de respostas e decisões, pois caberá ao representante da empresa a tarefa de atualizar seu blog ou responder suas mensagens no twitter, e ele necessitará de “voz” e confiança.
Por isso, se quiser entrar na rede, você precisa passar a confiar nas pessoas e reconhecer que nesse novo contexto, seus consumidores e seus funcionários também têm poder e podem auxiliá-lo a planejar e criar uma estrutura para manter sua marca em uma rede social. Isso permitirá que sua empresa encontre modos diferenciados para interagir e medir o que está acontecendo com seus clientes e concorrentes.
Independente da plataforma que for escolhida, o mais importante é perceber esse novo espaço como novos meios de relacionamentos que sua empresa passa a cultivar e não apenas como novas tecnologias.
As conversas nas redes tornam a relação entre empresas e clientes mais humana, diminuindo o tom corporativo e formal. Você é obrigado a concordar que é muito mais interativo falar diretamente com o diretor de um produto do que ler um press release ou receber um e-mail marketing, certo?
Entretanto, até pouco tempo atrás, quando se pensava em relações com o cliente, essa conversa seria inconcebível e a estratégia se restringiria ao lançamento de campanhas ou boas peças publicitárias.
Hoje, ganha mais a empresa que conseguir ter relações contínuas com seus clientes por meio da confiança conquistada em rede, sem interrupções e sem vínculos à campanhas específicas.
Afinal, sua empresa falando dela mesma não basta, é preciso que os outros também falem!
Pense que nunca o consumidor esteve tão perto da sua marca. Uma simples frase no twitter ou um vídeo inserido no youtube pode construir ou destruir anos do seu trabalho. E isso vale para qualquer tipo de serviço ou para qualquer porte de empresa. Por isso, é melhor que você esteja por lá para poder se relacionar.
E ainda que sua empresa opte por não estar engajada nesse mundo em rede, ao menos precisará acompanhar o que esta acontecendo por lá: quais os temas e os comportamentos mais disseminados, pois se as necessidades de seus clientes mudam constantemente, eles verbalizam isso nas redes e você deverá estar apto à atende-las.
Pense em quantos clientes gostariam de conversar com os negócios e marcas que passaram a amar. Ou até mesmo em quantas reclamações você poderia evitar ou transformar em excelentes oportunidades para engajar e cultivar a lealdade de seu publico.
Lembre-se que ao oferecer atenção ao seu cliente nas redes sociais, você pode conquistar embaixadores e evangelizadores de sua marca. Basta lembrar a eleição de Barack Obama ou acompanhar as votações dos paredões do Big Brother Brasil. É incrível a capacidade e o poder que as redes sociais têm para influenciar o comportamento das pessoas.
Por isso, encontre seu espaço e escolha onde você deseja estar. . Defina a linguagem e a imagem que pretende construir nas redes.
Essa é mesmo uma onda sem volta... Eu não ficaria de fora!


ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado no caderno Opinião - MogiNews
27 de março de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

REDES SOCIAIS: VOCÊ FAZ PARTE?!?


Durante essa semana, acontece em São Paulo mais uma edição da Campus Party Brasil, um evento totalmente direcionado às mídias digitais onde pessoas comuns como nós podem desenvolver suas habilidades em conferências e competições que se realizaram em 13 áreas de conteúdo: Campus Blog, Robótica, Design, Fotografia, Música, Vídeo, Desenvolvimento, Games, Modding, Simulação, Software Livre, CP Labs e Segurança em Rede.
A realização de um evento desse porte evidencia a necessidade de mudanças na qualidade do debate sobre o uso da Internet no trabalho. Há anos atrás, quando computador pessoal nas empresas era privilégio do alto escalão e a comunicação em rede estava nos primórdios de suas possibilidades, discutíamos se navegar na Internet fazia ou não parte do trabalho. Hoje, as empresas já não sobrevivem sem a rede e o mundo vai se tornando cada vez mais consciente dos meios de comunicação social e das técnicas da Web 2.0, um ambiente altamente colaborativo.
Mas a pergunta que não quer calar é “o que uma pequena empresa pode ganhar com isso?”
Além de um custo quase zero em esforços na área de marketing, nas redes as empresas não têm rótulos: pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Basta oferecer conteúdo de qualidade!
Se 2009 foi o ano em que as empresas descobriram que a internet não é apenas um brinquedo para crianças e mais nada, 2010 será o ano em que as empresas finalmente começarão a usar os meios de comunicação social como uma ferramenta de acesso a novos mercados.
Se sua empresa ainda não desenvolveu uma estratégia para divulgação do seu negócio através das redes é melhor começar logo. Quanto mais conexões seu negócio conseguir desenvolver, maiores serão as chances de aparecerem novas oportunidades - seja para divulgar um novo produto ou uma necessidade de parceria, manter seu cliente antenado às mudanças e até para contratar pessoas.
Jovens com seus celulares 3G, blogs e perfis em várias comunidades têm ajudado as empresas a entrar para o mundo digital. Para eles, o uso do e-mail é antiquado, o equivalente a usarmos fax. A comunicação hoje acontece por meio de redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, Messenger, entre outras ferramentas de comunicação, mas infelizmente mais de 70% das empresas brasileiras ainda impedem que seus colaboradores acessem estes sites.
E aí? Qual será o caminho que você pretende seguir? O caminho da obsolescência das regras ou a via da liberdade de conteúdo e da inovação?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

COLOQUE SUA EMPRESA EM UMA REDE SOCIAL

Fazer network deveria ser parte da descrição de perfil de qualquer espaço ocupacional das carreiras contemporâneas. Os melhores negócios são aqueles que vêm por indicação e certamente, indicação vem de algum tipo de network em nossas vidas.
O mundo real está cheio de oportunidades para você fazer network, isso é assunto de mercado há algumas décadas e na verdade, esse tipo de relacionamento é tão antigo quanto a história da humanidade. Desde o início da civilização, as redes de relacionamento e as conexões entre as pessoas foram responsáveis pelas grandes conquistas e principais objetivos sociais, econômicos, políticos e, porque não, de negócios.
Hoje, qualquer espaço é propício a criação de um novo relacionamento: desde a reunião de condomínio do seu prédio, passando pelos treinamentos que você participa até reuniões internas na empresa.
Entretanto não podemos ignorar as novas tecnologias. Não basta trocar um cartão, devemos estar atentos as novidades no mercado, e neste caso, tirar proveito da internet é uma boa maneira, mas exige cautela e estudo. Não podemos “cair de pára-quedas”, mas chega um momento que apenas acompanhar de longe também é pouco, afinal essa pode ser a sua nova estratégia de negócio. As redes sociais ganharam o mundo.
Atualmente, empresas e organizações reconhecem nas redes sociais um grande e eficaz instrumento de comunicação. Usadas a princípio para o lazer, as redes servem de interface para conversas entre empresários e fornecedores, parceiros e clientes
Freqüentadas por dois terços da população global da internet, as redes sociais tornaram-se mais populares que o e-mail, segundo um estudo da Nielsen - 66,8% dos internautas no mundo passam seu tempo na Internet em redes sociais contra 65,1% que ficam à frente do e-mail.
Se sua empresa ainda não desenvolveu uma estratégia para divulgação do seu negócio através das redes é melhor começar logo. Quanto mais conexões seu negócio conseguir desenvolver, maiores serão as chances de aparecerem novas oportunidades. Seja para divulgar um novo produto, uma demanda, uma necessidade de parceria, ou manter seu cliente antenado às mudanças.
Mas para que isso aconteça não basta apenas se cadastrar no Orkut, twitter ou criar um blog, afinal de que adianta criar uma comunidade se ninguém participa?
O acompanhamento de sua assinatura é de vital importância para manutenção da imagem da empresa junto aos clientes e possíveis clientes. Uma vez criada uma identidade digital, o vínculo que ela cria com a identidade "física" é enorme. Se tratar o cliente virtual com descaso e sem atenção, com certeza passará a impressão de uma empresa desorganizada e desinteressada nos seus processos. Não cuidar da imagem virtual, depois de construída, é prejudicar também a imagem real e física da sua empresa.
Além de disponibilidade para quando chegarem novas mensagens que exijam sua resposta é importante que você consiga trazer para seu lado pessoas importantes, com uma boa rede de contatos, que possam lhe ajudar a multiplicar sua mensagem para outras redes. Desta maneira, isso vai ampliar a visibilidade de suas comunicações.
Para isso, como em qualquer outra fase de planejamento do seu plano de marketing é importante que você defina bem o perfil de público que você deseja manter contato em sua rede. Não adianta ter mil seguidores, se eles não puderem ajudá-lo a transformar isso em negócios para sua empresa.
Segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte nos EUA, 30% dos executivos americanos considera as redes sociais parte de sua estratégia de negócio, e hoje, 11% das empresas da pesquisa já patrocinam grupos no facebook. Outra pesquisa informa que o Brasil está entre os cinco países que mais acessam o twitter. Por isso, se você demorar mais alguns meses para começar a trabalhar sua estratégia em redes sociais já estará atrasado.
E lembre-se: cada rede tem seu valor e utilidade. Toda empresa deve olhar para elas com carinho, com atenção e com visão futurista e empreendedora, pois certamente há muita informação que pode incrementar o seu negócio e muitas oportunidades a serem aproveitadas.
Talvez alguns profissionais de grandes empresas possam se dar ao luxo de dizer que "não precisam de network". Agora, quem trabalha em pequenas empresas não pode se dar ao luxo de esperar os clientes baterem na sua porta.
Nas redes virtuais, os pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande para vencer, basta ser relevante. A melhor forma de usar as redes sociais em prol do seu negócio é utilizando esses meios para divulgar suas idéias e suas opiniões. Ofereça conteúdo de qualidade e as pessoas procurarão saber mais sobre sua empresa e o seu negócio.
Enfim, seja lá qual for o seu ramo de atividade, você vai encontrar atualmente uma comunidade virtual onde você poderia se plugar e começar a discutir os seus negócios, arrumar novos clientes ou parceiros. E se você não encontrar a comunidade que você gostaria que existisse, CRIE a comunidade você mesmo, e a lidere.
Apenas não fique desconectado. Ter uma boa network hoje vai além de ter um porta-cartão lotado é também ter muitos e fiéis seguidores.

Ana Maria Magni Coelho
Publicado na Edição n.º 04 da Arena Empresarial

sábado, 12 de setembro de 2009

CUSTOMIZAÇÃO

Essa semana dei uma entrevista para o jornal MogiNews cuja pauta veio por e-mail e como o tema pode interessar à você, empreendedor, que busca uma diferenciação no mercado, resolvi compartilhar...

A customização é um nicho de mercado?
Estamos vivenciando um período de escassez de recursos financeiros, competição selvagem, e a diferenciação de produtos e empresas, a seletividade dos alvos é uma estratégia potencial de aumento de competitividade.
O cliente tem sido cada vez mais exigente e por isso, saber que é atendido por algo exclusivo certamente pode ser algo que o satisfaça.
É uma boa opção para aumentar faturamento?
Acredito que a opção pela customização de produtos seja uma opção para empresas estabelecidas já há algum tempo, que já superaram a fase inicial de consolidação do mercado e solucionaram pequenas falhas de gestão. Não é fácil já se lançar no mercado e conquistar um alto nº de clientes prometendo soluções individualizadas, pois a base para a customização é alto conhecimento sobre as necessidades e expectativas da sua já atual base de clientes.
Dessa forma, é preciso que haja uma estrutura mínima que inclui computador e um software básico de banco de dados que modifique a forma de gerenciar os clientes da empresa.
Como o pequeno pode se beneficiar?
Com o uso de banco de dados de clientes já é possível, a baixo investimento, escolher para cada um, de forma única e individualizada, a melhor maneira de motivá-lo a comprar mais, oferecendo, precisamente, o produto e o benefício mais adequados às suas necessidades.
As soluções customizadas entre empresas também pode ser um excelente nicho para a micro e pequena empresa, que pode passar a ser fornecedora de produtos customizados para empresas de maior porte, fortalecendo assim sua própria gestão como integrando as cadeias produtivas. Regiões de muitos países se desenvolveram justamente dessa forma e acredito que seja esse o caminho das pedras para o relacionamento entre as pequenas empresas e os grandes negócios. Customização é uma realidade para empresas dinâmicas, dispostas a investir em tecnologia e usar a criatividade.

Ana Maria Magni Coelho
Em 11 de setembro